Conheça o caramujo africano e saiba como proceder

11 de novembro de 2020
Notícias

Com o objetivo de tentar substituir o escargot (caramujo terrestre considerado uma iguaria, consumida pelos europeus) por algo semelhante e mais barato, empresários do Paraná trouxeram para o Brasil, na década de 1980, o caramujo africano. Como o sabor era desagradável, acabaram abandonando a criação e, desde então, a espécie virou uma praga em todo o Brasil, inclusive no Espírito Santo. O animal é um transmissor de doenças como verminoses e até mesmo meningite. Por isso, é importante que, ao avistá-los, sejam tomadas providências imediatas no sentido de eliminá-los, já que não possuem predadores naturais. “Para que isso seja feito, pode-se recorrer ao recolhimento (utilizando luvas), inserindo-os em um balde com água sanitária por cinco dias. Após esse período, jogue a água pelo ralo e acondicione os caramujos em um saco de lixo antes de descartá-los. Depois, lave bem as luvas e o balde e utilize-os apenas para esse fim”, explicou o biólogo André Capezzuto. Caso prefira não realizar os procedimentos anteriormente descritos, entre em contato com a AMAJ para que o recolhimento dos caramujos seja rapidamente providenciado.

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